
Apesar da tradução literal, assessment para mim nunca foi sinônimo de avaliação.
Sempre foi, com interesse e respeito, desvendar parte do universo de uma pessoa. Compreender um pouco de seu perfil, encontrar os diferenciais, talentos, limitações e contribuições possíveis à sua carreira e, claro, à sua empresa.
Penso em quantas pessoas estiveram nesse cenário ao longo de meus anos como executiva e agora, como consultora.
Houve jovens talentosos, recém-formados, ainda inseguros mas cheios de vontade de acertar.
Houve profissionais maduros, em plena expansão, desejando ainda maior projeção e resultados.
Outros, questionando suas escolhas e momento pessoal. Se estavam na empresa certa, seu nível de dedicação a ela, o equilíbrio na vida.
Alguns, ansiosos por ter uma nova oportunidade e recomeçar.
Ou ainda, tentando encontrar o encaixe entre o seu jeito e o jeito de ser da empresa.
A grande maioria, disposta a olhar para si, tirar o melhor dos próprios recursos, buscar não fazer mais do mesmo, experimentar novas formas de atuação, ir além de “o quê”, explorar mais o “como”.
Melhor de tudo é pensar nas empresas que promovem cenas como essas! São aquelas que buscam construir parcerias sólidas com seus profissionais, alavancam o desenvolvimento e os resultados que eles entregam.
Quem está numa empresa assim, sabe bem o que estou falando!

Uma razão a mais para o Assessment: Estratégia de negócios depende da estratégia em pessoas! Será por isso que entre as principais metas das empresas, destacam-se desenvolver lideranças e investir em talentos?

O mapeamento dos talentos e a criação desta rede interna de conexões é condição essencial para a melhor contribuição aos objetivos das pessoas e dos negócios.

Pessoas autoconscientes, com clareza do que as mobiliza, talentos e conflitos, objetivos e competências para alcançá-los, podem ser mais coerentes, produtivas e, certamente, mais felizes. Valor real para empresas de qualquer porte ou estágio de desenvolvimento!

Há dois pilares – competências e resultados – que sustentam um trabalho com pessoas nas organizações. De ambos os lados, os princípios, valores e motivações, dão a base e interligam tudo.
O objetivo central do assessment é entender quanto o potencial de alguém tem a ver com a empresa e como esse encaixe pode gerar possibilidades e resultados para ambos.
Rosangela Bacima
Estrategista e consultora em Gestão de Pessoas, Desenvolvimento Humano e Organizacional.
Coach Executivo e Empresarial, Mentora de Liderança, Especialista em The Inner Game Coaching.
Psicóloga, pós-graduada em Administração de Empresas e Mestre em Organização de Recursos Humanos.
Bem-estar no trabalho: pessoal e organizacional


